segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Halloween de Grajaú é no Clube Trevão

26/10/2013 - A festa na noite de hoje, 26 será animada por Wanderson & Cia e DJ Caboco

Promovido pela Turmas do 6º Periodo de Administração e Contabeis da Uniderp, a noite de hoje, 26 no Clube Trevão, bairro Expoagra vai ser de arrepiar e abalar as estruturas. O Circuito Universitário Halloween contará com animação da banda Wanderson & Cia e o melhor do DJ Caboco.
Marcado para às 22:00 horas a festa mais badada da cidade conta com a presença de todos. Ingressos antecipados ao preço de 10,00 reais na portária do clube

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

camara dos vereadores

 O parlamentar José Arão se levantou e se apresentou ao secretario, disse que é Arão do povo Guajajara e que esse é seu cartão de visita. E declarou que seu pedido é; Que seus subordinados quando vier fazer investigação em Grajaú sobre regiões, que eles prestem atenção às coisas e não usem termos pejorativos preconceituosos, contra sua nação da forma que foi usada com os índios. Disse que o governo devia era ter vergonha, de chegar e dizer que não vai fazer acertos, porque houve um erro na condução dos procedimentos, e perguntou se o governo do estado é tão 100% correto do jeito que se faz nas oratórias? E declarou se fosse 100% correto o ensino médio hoje estaria funcionando em Grajaú, coisa que não existe mais e ainda disse, se o governo fala tanto em dignidade humana, mais não é dada capacitação para os jovens de Grajaú competir com quem vem do sul ou de outros estados, disse o vereador e pediu para que se levasse o caso á governadora.

Afirmou que acompanha o grupo de Roseana, acompanhava não sabe mais se vai acompanhar, afirmou que são 30 anos de peleja e não pode admitir esse massacre psicológico contra os jovens de Grajaú. Abordou ainda  que depois de muitos anos de apoio à governadora este é o troco que ela vem dar para Grajaú, depois de muito ser ajudada pela nação indígena e por grajauense agora vem fazer essa maldade com Grajaú.

O parlamentar pediu que a governadora viesse há Grajaú para conversar com os jovens de Grajaú, é assim que um governo deve fazer já que a governadora não dar capacitação para os jovens de nossa cidade, disse que não aceita este destrato e que os assessores do secretario, deviam ter respeito com a nação indígena.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Indígenas interditam rodovias e promovem ato público no Maranhão

Inserido por: Administrador em 03/10/2013.
Fonte da notícia: Mobilização Nacional Indígena
Comitê de Imprensa da Mobilização Nacional,

de Brasília (DF)

O trancamento de rodovias iniciado nesta quarta, 2, como parte das ações da Mobilização Nacional Indígena, seguem  hoje, quinta-feira, 3, no Maranhão. Além do fechamento da BR-316, os povos indígenas realizam ato público com a participação de sem-terras, sindicalistas, estudantes e demais apoiadores, na cidade de Imperatriz. Os quilombolas seguem acampados na sede do Incra, em São Luiz (MA).

Para os Guajajara, que nesta quinta retornaram para trecho da BR-316, os povos indígenas não podem recuar numa conjuntura como essa, em que ruralistas articulam uma ampla frente de ações contra os direitos constituídos, “e não implementados”, conforme Flaubert Guajajara.   

Vindos das terras indígenas Pindaré e Maçaranduba, cerca de 200 Guajajara interceptaram pedaço de estrada entre os Km 247 e 248, altura do município de Santa Inês. “Ficaremos aqui esta noite e amanhã o dia inteiro. A ocupação é por tempo indeterminado. Saímos daqui apenas com a manifestação das autoridades públicas”, afirma Flaubert.

A liderança explica que os projetos legislativos anti-indígenas, caso das PECs e PLPs, reforçam a situação de dificuldades em que se encontram os povos do Maranhão e do país. “A gente tem ciência de que elas não beneficiam os povos indígenas. Ao contrário, trazem vantagens para os ruralistas nas nossas terras”, afirma. Flaubert explica que a Terra Indígena Pindaré, em que pese homologada, segue invadida e promovendo conflitos com não-índios.

Mais interdição     

Os indígenas Krikati interditaram trecho de rodovia estadual que liga os municípios de Montes Altos e Sítio Novo e corta a Terra Indígena Krikati. Em Imperatriz, indígenas Krikati, Gavião e Guajajara, entidades de apoio e outros apoiadores realizaram ato como parte das mobilizações.

MA

Ano letivo ainda não começou em aldeias no Maranhão por contrato atrasado da Seduc
os professores indígenas somente assinaram os contratos com a Seduc/MA no mês de maio há dois meses
Recém nascido Awa Guajá morre sem atendimento médico
Os intensos protestos e denúncias realizados nos meses de junho e julho, no Maranhão, em relação ao atendimento da saúde indígena, não conseguiram impedir a morte de mais uma criança.
Madeireiros invadem aldeia indígena Ka’apor, norte do Maranhão
Cerca de 50 madeireiros invadiram aldeia e agrediram o indígena Gonito Ka’apor
Povo Ka'apor retém invasores madeireiros dias depois de operação do Exército ser finalizada
Indígenas alegam que depois que Exército e Ibama saíram do território, invasores voltaram a retirar madeira
Jovem Pukobjê/Gavião é agredido dentro de terra indígena e comunidades interditam rodovia
Violência foi praticada por dois não-indígenas. Casos de ataques contra indígenas aumentam no Maranhão

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Funai inaugura nova sede
Fotos: Mário Vilela / Funai
 
A Fundação Nacional do Índio (Funai) está de casa nova. A sede da instituição ocupa agora um edifício no Setor Bancário Sul e a mudança, segundo a presidenta do órgão, Maria Augusta Assirati, “marca uma importante etapa do processo de fortalecimento da Funai”. A inauguração ocorreu na manhã de hoje, 24, e contou com a presença de convidados, apoiadores, servidores, ex-presidentes e indígenas.

Na cerimônia de inauguração, o diretor de Administração e Gestão, Antônio Carlos Futuro explicou que a mudança de sede integra o plano de modernização da instituição, implementando melhorias na infraestrutura física, de tecnologia e comunicação, na gestão de pessoas e nos processos de trabalho, tanto na sede como nas unidades regionais.

A presidenta Maria Augusta reforçou a necessidade de reestruturar e fortalecer o órgão para que seja capaz de cumprir com a missão institucional de proteger e promover os direitos indígenas. “Estamos felizes com a inauguração, mas queremos mais. Queremos ter condições de realizar nosso trabalho integralmente como determina a Constituição Federal, com orçamento suficiente e o apoio dos outros órgãos do governo federal”.

O cacique Raoni Metuktire, do povo Kayapó, falou da importância da Funai para os indígenas e prestou apoio à gestão. “A presidenta tem que ser forte. Estou com vocês e vou apoiar vocês com o que for necessário”, disse.

Durante a cerimônia, também foi inaugurado o Espaço Rondon, em homenagem ao Marechal Cândido Rondon. O espaço é composto por mobiliários que foram utilizados por presidentes e diretores do antigo Conselho Nacional de Proteção aos Índios (CNPI) e do Serviço de Proteção aos Índios (SPI), órgão que antecedeu a Funai. A cadeira de couro localizada junto à escrivaninha, que passou por processo de restauração, foi utilizada pelo próprio Marechal Rondon durante sua atuação nas duas instituições. São objetos que fazem referência à continuidade da ação indigenista pelo Estado brasileiro, iniciada em 1910 com a criação do SPI.

Ao final, indígenas da etnia Kayapó realizaram uma dança ritual e foi servido um coquetel aos presentes.

Nova sede

No edifício que abriga a nova sede da Funai  trabalham cerca de 800 funcionários. O prédio, com área de 19,2 mil m² e 21 andares no total, é alugado por R$ 1,17 milhão mensais. Segundo o diretor de Administração e Gestão da Funai, o valor está de acordo com o praticado no mercado. Para ele, “o principal benefício da mudança é a dignidade dos servidores. É preciso um local adequado para que a instituição possa implementar a política indigenista, que é sua missão”. A nova sede está equipada com todas as condições de segurança exigidas, além de dois refeitórios para uso coletivo dos funcionários.

O prédio antigo, no Setor de Rádio e TV Sul, alugado há 25 anos, tinha uma área maior, de 25,2 mil m², mas não oferecia mais as condições necessárias para o trabalho. Em 2012, a Defesa Civil havia determinado a realização de obras, tendo em vista os riscos para os ocupantes. O prédio apresentava rachaduras, infiltrações, quedas de forro e desplacamento de revestimento das fachadas, além de não oferecer condições de segurança contra incêndio e pânico conforme a lei em vigor. As obras não poderiam ser realizadas pela Funai, tendo em vista que o prédio não era próprio.

sábado, 3 de agosto de 2013

Nota de esclarecimento


Em resposta à realização da audiência pública “Problemas que afetam a saúde indígena no estado do Maranhão”, promovida pelo Procurador da República, Alexandre Soares, na última quinta-feira (1º), na cidade de São Luis (MA), a Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) esclarece que:

1- A SESAI não compreende e aguarda explicações da Procuradoria da República no Estado do Maranhão sobre os motivos pelos quais a audiência pública que havia sido cancelada (conforme documento em anexo - Ofício 656/2013-ASS/PR/MA) aconteceu sem que fôssemos comunicados para que pudéssemos decidir sobre a nossa participação na mesma. A SESAI salienta que sempre esteve aberta ao diálogo com o movimento indígena e a todo momento mostrou o interesse em participar da audiência, agendada para o dia 01/08/2013. Prova deste interesse está na ida de uma equipe de gestores da SESAI/DF para uma primeira audiência, em São Luis, no dia 05/07, bem como no diálogo estabelecido numa segunda audiência, em Brasília, no dia 12/07, onde estavam presentes 30 lideranças indígenas, representantes do movimento; 
2- A audiência foi cancelada não pela ausência de representantes da SESAI, mas por uma decisão dos seus organizadores conforme consta no referido Ofício 656/2013-ASS/PR/ encaminhado à SESAI em 30/07/2013. Desde o primeiro momento em que recebeu o convite para participar da audiência, a SESAI demonstrou preocupação com o lamentável fato ocorrido no dia 20/07, quando em visita à aldeia Colônia, no município de Barra do Corda (MA), o secretário Especial de Saúde Indígena, Antônio Alves, e a comitiva oficial da SESAI precisaram ser resgatados de helicóptero da aldeia, porque algumas lideranças, sem buscar o diálogo, bloquearam os acessos da aldeia em que se encontrava o secretário, tendo como resultado agressões de pessoas que o acompanhavam na visita, bem como a depredação dos novos veículos que haviam sido entregues com graves ameaças à integridade física dos membros da comitiva. Na ocasião, o secretário Antônio Alves estava no estado do Maranhão para fazer a entrega de 49 veículos para o DSEI para serem utilizados na assistência às comunidades indígenas da região (Veja aqui as cenas que comprovam a ação de vandalismo ocorrida naquela localidade quando do retorno de membros da comitiva para Barra do Corda);
3- Em nenhum momento a SESAI afirmou que não estaria presente na referida audiência. O que a SESAI solicitou do Dr. Alexandre, Procurador da República no Maranhão, foi garantias quanto à integridade física e à vida do secretário Antônio Alves e das pessoas que o acompanhariam na audiência. Desta forma, foi encaminhado ao Procurador da República, Alexandre Soares, o Ofício 655-13GAB/SESAI/MS (clique aqui para ver) relacionando os motivos que justificariam a necessidade de que fossem adotadas medidas de segurança para realização da audiência e solicitando, em seu quarto parágrafo, que fossem informadas quais as providências que seriam adotadas com este fim. Em nenhum momento o referido ofício abordou a possibilidade de ausência da SESAI na audiência, até porque as passagens aéreas da equipe da SESAI e dos representantes da CNPI que participariam da audiência já haviam sido emitidas;
4- Ao receber o ofício da Procuradoria da República no Maranhão informando o cancelamento da audiência por motivo de ausência de representantes da secretaria e por não concordar com o teor do seu conteúdo, a SESAI tratou de responder prontamente (conforme documento em anexo-Ofício 666) solicitando a retificação do motivo do cancelamento. Neste mesmo ofício, a SESAI ratifica o seu interesse de participar da audiência desde que fossem garantidas as condições de segurança da equipe; 
5- A SESAI lamenta a decisão da Procuradoria da República no Estado do Maranhão de realizar a audiência pública, que a princípio estava cancelada, sem a participação de representantes da Secretaria, do DSEI MA e da AGU. Ao realizar a audiência sem a presença de representantes da SESAI, do DSEI Maranhão e da AGU, a Procuradoria da República no Maranhão pode estar contribuindo para acirrar ainda mais os ânimos dos indígenas contra a SESAI e o governo federal, pois passou a mensagem de que a instituição não deu a importância devida ao evento, já que lá não compareceu para ouvir o que tinham a dizer os indígenas e também para dar as necessárias explicações;
6- A SESAI já solicitou da Procuradoria da República explicações quanto aos motivos que levaram a mesma a realizar a referida audiência e não comunicar à SESAI, ao DSEI Maranhão e à AGU; (Clique para ver o ofício-669);
7- A SESAI já está elaborando um minucioso diagnóstico da situação da saúde indígena no Maranhão.  Existe, em curso, a construção de uma agenda de ações prioritárias para o estado, que preveem não somente intervenções na área da saúde, mas também nos condicionantes sociais que interferem diretamente na saúde da população, como moradia, educação, produção de alimentos, atendimento de média e alta complexidade, para ser apresentada às lideranças indígenas e aos demais órgãos dos governos federal, estadual e municipais envolvidos, na perspectiva de melhorar a qualidade de vida dos povos indígenas do estado;
8- A SESAI já estuda a possibilidade de organizar, juntamente com o CONDISI, os Conselhos Locais de Saúde Indígena, COAPIMA e demais lideranças indígenas do Maranhão, um cronograma de visitas às principais aldeias do estado para ouvir e ver, nas bases, as principais reivindicações das comunidades e suas condições de vida e de atendimento de saúde para, depois, realizar uma reunião ampliada com a participação de representantes das diversas comunidades, conselheiros locais de saúde indígena, conselheiros distritais, COAPIMA e demais lideranças indígenas do estado com o objetivo de estreitar o diálogo e construir, conjuntamente, uma agenda prioritária de ações para a população que fará parte de um Plano de Reestruturação da Saúde Indígena no Maranhão.

vestibular indigenas 2014

Abertas as inscrições para o processo seletivo para candidatos indígenas na UFSCar
 
Até o dia 30 de setembro estão abertas as inscrições no processo seletivo para candidatos indígenas 2014, com oferta de uma vaga adicional em cada uma das 58 opções de curso de graduação presencial da UFSCar, distribuídas entre os campi Araras, São Carlos e Sorocaba. Podem se inscrever candidatos indígenas de etnias brasileiras que tenham concluído o Ensino Médio ou equivalente em escolas da rede pública de ensino ou em escolas indígenas reconhecidas pela rede pública de ensino. Para inscrever-se, o candidato deve enviar a documentação exigida para a Pró-Reitoria de Graduação (ProGrad) da UFSCar, por meio dos Correios.

Após a análise da documentação enviada pelos candidatos, a UFSCar divulgará, no dia 28 de outubro, a relação dos pedidos de inscrição que foram aceitos. Todas as informações sobre o processo seletivo estão disponíveis no regulamento e também podem ser obtidas com a Coordenadoria do Vestibular da UFSCar pelo telefone (16) 3351-8152 ou no site http://www.vestibular.ufscar.br.